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Pesquisa coloca Henrique Barack Obama entre os nomes mais competitivos na disputa pelo Senado do Distrito Federal

A primeira pesquisa de intenção de voto para o Senado Federal no Distrito Federal começa a desenhar o cenário da eleição de 2026 e revela uma disputa acirrada entre nomes tradicionais da política e novos pré-candidatos. O levantamento realizado pelo Instituto Phoenix mostra Michelle Bolsonaro (PL) na liderança, seguida pelo ex-senador Antônio Reguffe (Solidariedade), enquanto o ativista internacional Henrique Barack Obama (Missão) aparece como um dos principais destaques da corrida eleitoral.

De acordo com a pesquisa, Michelle Bolsonaro registra 23,7% das intenções de voto, seguida por Reguffe, com 12,7%, e pela senadora Leila Barros (PDT), que soma 12,2%. Na sequência aparece Henrique Barack Obama, ocupando a quarta colocação e consolidando sua estreia na política eleitoral do Distrito Federal entre os candidatos mais competitivos.

O pré-candidato recebeu 62 citações como primeira opção de voto e 111 como segunda opção, desempenho que, segundo o cientista político Juvenil Coelho, diretor do Instituto Phoenix, demonstra forte potencial de crescimento ao longo da campanha.

“A tendência do Barack de Brasília é obter um crescimento acelerado na segunda opção, tornando-o competitivo em uma eleição que deverá ser uma das mais disputadas da história política de Brasília”, afirmou o especialista.

O levantamento também inclui nomes como Paulo Octávio (PSD), Bia Kicis (PL), Ibaneis Rocha (MDB), Erika Kokay (PT), Sebastião Coelho (Novo), Fred Linhares (Republicanos) e Raul Canal (Missão), indicando um cenário ainda aberto para a definição das duas vagas ao Senado.

Realizada entre os dias 3 e 6 de maio, a pesquisa ouviu 1.203 eleitores em 15 regiões administrativas do Distrito Federal. O estudo possui nível de confiança de 95%, margem de erro de 2,7 pontos percentuais para mais ou para menos e foi registrado no Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) sob o número 03584-2026.

Com cerca de cinco meses até a eleição, marcada para 4 de outubro, analistas avaliam que a corrida pelo Senado ainda deve passar por mudanças, especialmente diante do elevado potencial de crescimento de candidaturas que começam a ganhar visibilidade junto ao eleitorado.

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